ATENÇÃO!
Esse artigo está em processo de atualização. Em breve, publicaremos a versão atualizada.
Com as novas regras da Portaria nº47/2025 do Detran-SP, a partir de julho/2026, o processo fotográfico passará por alterações.
Para tirar a foto do chassi corretamente, posicione a câmera de forma que toda a numeração fique visível. É importante que nenhum caractere fique de fora da imagem.
Garanta uma boa iluminação e nitidez para que todos os números possam ser lidos com clareza. Além disso, evite sombras e reflexos na gravação do chassi.
Além da numeração, o vistoriador deve identificar possíveis sinais de adulteração. Portanto, é necessário verificar se a base de gravação possui marcas de lixa ou abrasivos, se há sinais de adulteração ou se a gravação foge dos padrões da montadora, se os caracteres estão ilegíveis devido a ferrugem ou desgaste e se há indícios de remarcação do chassi.
Formas mais comuns de adulteração
As formas mais comuns de adulteração do chassi incluem:
- A punção manual, quando o número é rebatido com martelo e letras metálicas, geralmente resultando em caracteres desalinhados, profundidade irregular ou fora do padrão da montadora.
- O uso de massa plástica, aplicada ao redor de um recorte no chassi para simular continuidade do metal. Esse método costuma esconder soldas e cortes feitos para alteração da numeração original.
Como identificar adulterações
Para identificar adulterações, observe atentamente os seguintes pontos:
- Primeiro, analise a pintura do chassi. A pintura original de fábrica é eletrostática, fina e uniforme. Rugas, ondulações ou marcas de lixa sob a tinta indicam que houve lixamento prévio, comum em processos de adulteração.
- Em seguida, observe o tipo de solda. As montadoras utilizam solda ponto, com pequenos círculos regulares e simétricos. Já adulterações costumam apresentar solda contínua, com aparência de cordão, linhas retas ou respingos metálicos, mesmo quando lixados.
- Sempre que possível, utilize o teste do ímã. Deslize um ímã de aproximadamente dez centímetros antes até dez centímetros depois da numeração. Se houver perda de magnetismo, deslizamento fácil ou “pulo” do ímã, pode haver massa plástica sob a pintura, indicando emenda ou reparo irregular.
- Também é importante verificar o verso da chapa. Quando o chassi está no assoalho ou sob o banco, observe a parte inferior do veículo. É comum que, por baixo, fiquem visíveis marcas de calor, metal escurecido, rebarbas ou acabamento irregular da solda.